O que se cozinha por aqui: Pão de Grão e Pão Chato

Nota: Este post estava já em rascunho faz quase 2 anos, ora por falta de tempo, ora porque as fotos desapareceram entre as centenas que não estavam estão organizadas… coof coof! Mas como no outro dia encontrei as fotos do pão (de péssima qualidade, aviso! Era de noite, a luz era terrível e a fome muita!), decidi partilhar. 

Há aqueles dias em que apetece comida fresca e viva, outras em que apetece algo quentinho, saidinho do forno. Estas foram umas dessas ocasiões! Apetecia-me pão e não tinha. Apetecia-me pão-tipo-já! e não tinha. Então, esquecemos o forno e agarramos na frigideira!

Andava fazia tempo a fazer olhinhos com uma receita de Pão de Farinha de Grão que tenho aqui num livro de receitas indianas. Isto porque tinha imensa farinha de grão que precisava de escoar. Assim, rendi-me uma vez mais aos pães de frigideira.

Pão de Farinha de Grão

(adaptado de Cocina India, Col. Recetas Sabrosas, Parragon Books Ldta)

100 gr farinha integral de trigo (ou farinha para chapati)

75 gr farinha de grão

1/2 cc sal

1 cebola pequena picadinha

Coentro fresco picadinho

2 cs ghee (ou para versão vegan, óleo de girassol)

150 ml de água (creio que talvez um pouco menos, pelo que juntem aos pouquinhos e amassem)

A receita original pede também por 2 chilis verdes pequenos picadinhos, mas eu não coloquei pois preferi uma versão segura para o pequenote – e com isto quero dizer: uma versão que ele coma sem pestanejar.

 

1. Colocar as farinha numa taça e misturar o sal.

2. Misture a cebola e os coentros (e os chilis) picadinhos com as farinhas.

3. Vá misturando a água, remexendo até formar uma massa suave. Tape com um pano húmedo e deixe repousar por 15m.

4. Amasse durante 5 minutos e depois divida a massa em 8 bolinhas iguais.

5. Estenda a massa com um rolo sobre uma superfície enfarinhada, formando círculos de cerca 18cm de diametro (apenas a título de referência pois muita sorte temos nós que, sem prática, saia qualquer coisa oval…)

6. Numa frigideira oleada, cozinhe uma a uma em fogo médio. Dê-lhes a volta 3x e de cada vez pincele cada lado com o ghee (ou óleo).

7. Servir quente. (Para os manter quentes uso o mesmo método que com as panquecas: vou empilhando-os num prato e guardo dentro do forno ou da cloche).

pão de grão

Simples, verdade? E deliciosos!!! Garantido! Nós acompanhámos uma sopinha de creme de feijão com arroz! Mnhamm!

*

Esta outra receita é mais simples e feita com meia dúzia de ingredientes. Eu fiz com uma mistura de farinha de trigo integral e de espelta. Maravilha!

Pão Chato (à laia de tradução de Flatbread)

3 x farinha

2 cc fermento

1 1/2 cc sal

3 cs azeite

1 x água gelada

2-3 cs azeite para a frigideira (eu não usei já que utilizei uma frigideira de cerâmica)

 

1. Misturar a farinha, o sal e o fermento numa taça.

2. Juntar o azeite e a água gelada e misturar até obter uma massa suave, húmeda mas não pegajosa. Para isso, ajustar a água e a farinha se for necessário. Tapar com film ou um saco de plástico e deixar repousar por 10m.

3. Pré-aquecer a frigideira, juntando 1 cs azeite.

4. Dividir a massa em 10-12 bolinhas iguais, mais ou menos do tamanho de um ovo. Polvilhar com farinha e achatar a bolinha entre as mãos. (Também podem usar o rolo, mas, para as mamãs mais práticas, é bem mais rápido usar as mãos. Pequenotes tendem a preferir com o rolo… )

5. Fritar (ou não, se não usarem óleo) os pães chatos por 2-3m ou até dourados. Virar e deixar dourar do outro lado.

6. Comer! Muito!

pão chato

É óptimo para molhar na sopa e com hummus! E em sanduíche! Pois claro!

O que se cozinha por aqui: tagliatelle de abóbora e pesto crudívoro

Faz muito tempo que ando para experimentar o “esparguete” de abóbora. O trigo, embora consuma integral, não combina comigo. O de arroz é uma opção, mas algo fino… O de courgette, sendo crú, é frio e nem sempre apetece… Como desfrutaremos então do nosso pesto?!?

Junta-se o gosto por “pasta” e o gosto por abóbora, e a curiosidade desperta. E com ela a vontade de experimentar este “esparguete” de abóbora! E assim, fiz!

A verdade é que não encontro o tipo de abóbora com o qual se confecciona esta “pasta”. Ainda assim decidi experimentar com a butternut. Como não faz os fios finos, tive de a cortar depois de cozida e usar a mandolina, ficando ao estilo tagliatelle. Eu optei por cozer a abóbora cortada pela metade para ser mais rápido, mas neste site têm a opção forno, crockpot e microondas!

TAGLIATELLE DE ABÓBORA

1 abóbora (p.e. butternut)

sal

setembro13 006

:: cortar a abóbora ao meio com casca, retirar as sementes e cozer em água com sal até ficar suave.

::  retirar a casca e cortar em pedaços grandes para usar a mandolina. Outra opção (contudo não testada pois só me ocorreu agora) poderia ser, de forma a não ter de cortar a abóbora e ter um fio mais comprido, usar um descascador de batatas.

:: servir! Com pesto; marinera; bolonhesa; azeite, alho e pimenta… delicioso todos os dias!

setembro13 077

PESTO (versão crúa) (x= xícara)

Para o pesto usei a receita crudívora do fantástico Rawmazing!

 

2x de manjericão

1/2x nozes

1/2x azeite

4 dentes alho (eu usei apenas 2)

uma espremidela de sumo de limão

 

:: processar tudo no robot de cozinha. Voilá!

::  este próximo passo é para a versão cremosa que eu gostei especialmente:

1/3x pesto (da receita acima)

1x cajús (demolhados por 3h)

3/4x água filtrada

 

:: mais uma vez, processar tudo no robot de cozinha.

:: devorar com a massa preferida!

setembro13 079

E o que se cozinha por aí?

Sabores de Verão: Gelado de Banana

Chega o Verão e com ele o prazer dos gelados.

Sem falar no facto de que (por questões éticas relacionadas com os testes em animais) não consumimos a marca Olá (Unilever), todos estes gelados comerciais têm demasiados açucares refinados e um sem número de corantes e outros ingredientes duvidosos. E se não é bom para nós adultos, muito menos para as crianças!

E quando o desespero se instala, eis que aparece a solução: gelado de banana! Simples, rápido, económico, delicioso e versátil! Ah, e mencionei crudívoro?!?

festa da colheita 1009

 

Gelado de banana e alfarroba com avelãs

 

Gelado de Banana

Ingredientes:

4 bananas da madeira, bem maduras, descascadas, cortadas aos pedaços e congeladas.

Procedimento:

Processar a banana congelada no robot de cozinha até ficar cremoso (também funciona com varinha mágica mas leva mais tempo).

E já está! Mais simples é impossível, verdade?

Opções:

Juntar à banana no robot 2 colheres de sopa de alfarroba em pó, frutos secos ou pedaços de chocolate preto!

Servir com pedaços de morangos (ou outra fruta a gosto), molho de chocolate preto ou a acompanhar panquecas!

Seja como for, é uma delícia!

festa da colheita 1055

Gelado ao pequeno-almoço?!? SIIMMMM!!!!

 

 

O que se cozinha por aqui: pasta de bróculos e Trufas de alfarroba

Já num artigo anterior tinha falado destas Trufas de Alfarroba. É uma daquelas receitas que faço frequentemente, uma vez que é das que tem 4 factores essenciais para uma receita me cativar: 1) poucos ingredientes, 2) é praticamente enfiar tudo dentro do robot de cozinha, 3) é sem açúcar , e 4) é deliciosamente crudívoro. Decidi colocá-la aqui pois, na verdade, não a encontrei no link da Raw Mom que vos passei e acho uma pena esta receita perder-se no espaço cibernético. Assim, aqui vai e deliciem-se.

Trufas de Alfarroba

1 x sementes de abóbora*

1 x sementes de girassol*

1/2 x alfarroba em pó

3 cs mel, agave ou pasta de tâmara

*demolhadas durante a noite e coadas

1. processar as sementes no robot de cozinha.

2. juntar o pó de alfarroba e processar.

3. juntar o mel/agave/pasta de tâmaras e processar de novo.

4. fazer bolinhas com as mãos do tamanho de trufas.

OPCIONAL: passar as bolinhas por pó de alfarroba, coco ralado, amêndoas picadas… é deixar voar a imaginação!

No outro dia, revolvendo o meu arquivo mental de receitas para tentar fazer o Ki comer, lembrei-me que o ideal era fazer a sua comida favorita: pesto! Estava sem manjericão mas optei por cozer esparguete (cá em casa se usamos de trigo só usamos integral)e coloquei os bróculos a cozer ao vapor. Pensei fazer para acompanhar um tofu “mexido” pelo que comecei por esmagar tofu com um garfo e cozinhá.lo numa frigideira com um fiozinho de azeite, outro de tamari e cúrcuma. Antes de colocar a mostarda, pensei…hmmmm e que tal fazer uma pasta com tudo isto? E assim saiu esta pasta de bróculos! Tudo a olho pelo que estas medições podem não ser muito exactas. Lamento! Espero que disfrutem tanto quanto nós!

Pasta de bróculos e tofu

1 1/2 x bróculos cozido ao vapor

65 gr tofu

1 dente de alho grande (ou 2…mnhammm)

3 cs azeite (mais um fiozinho para o tofu)

1/4 cc sal

1/8 cc cúrcuma

1/2 cs tamari

sumo de 1/2 limão

água q.b.

1. esmagar o tofu com um garfo e cozinhar numa frigideira com um fiozinho de azeite, o tamari e a cúrcuma até ficar tostadinho.

2. colocar o tofu, bróculos, alho, azeite, sal, sumo de limão e água num copo e triturar com varinha mágica até suave. Ajustar temperos. Voilá!

grande lua e marchas 324

Amor Crú – 5 receitas deliciosas

Quem me conhece ou me vai seguindo aqui no blog sabe que tenho uma paixão por comida viva! E sempre que posso passo manhãs ou tardes de volta do meu robot de cozinha, experimentando receitas. Sim, porque eu não crio receitas, eu comprovo-as! 😉 E 5 receitas? Eu disse que compensava, verdade?

Andava com vontade de caril! E assim saiu um Patê de Sementes de Girassol ao Caril! Num lanche fiz as formigas no tronco e foram um sucesso (na verdade desapareceram antes de poder tirar fotos…)! Mas usei o patê com cogumelos marinados e massa de arroz. Mnham!

beltane 016

beltane 022

Eu adoro fazer marinadas. Os legumes crús ficam mais brandinhos e tão saborosos! E para intensificar mais o sabor, não há melhor que colocá-los no desidratador por um par de horas! Além que ficam morninhos e quando faz frio isso também se agradece! Normalmente faço a olho, mas para estes usei esta receita de The Raw Difference.

Marinada para Vegetais

5 cs azeite

1 cc vinagre de sidra

2 cs tamari

2 cc agave (pode-se usar mel numa versão não-vegan)

2 cc gengibre triturado

1/2 cc alho triturado

Tudo no copo da varinha mágica, claro! Mesmo o alho e gengibre é a olhómetro. Depois é só envolver e deixar os legumes a marinar por umas horas ou durante a noite. Havendo desidratador, é uma boa opção deixar a mistura marinar por cerca de 2h.

Et voilá!

beltane 039

Eu gosto de pizza, mas a verdade é que, por serem geralmente muito gordurosas, raramente “concordam” comigo. Solução: pizza crúa. Adaptei a receita para a base da pizza (reduzindo o sal e o alho) do This Rawsome Vegan Life.

Base de Pizza Crúa

1/2 x sementes de cânhamo

1/2 x sementes de girassol

1/2 x sementes de abóbora

1 x de nozes

1/2 cc de sal e pimenta (ou até menos)

2 cc manjericão seco

1 cs agave (ou algumas tâmaras)

1-2 cs água (q.b.)

1/2 cebola

2 dentes alho

Colocar tudo no robot de cozinha e triturar até formar uma massa moldável. Dividir em 4 pedaços e formar bases de pizza. Colocar no desidratador por 4-5h ou até crocante. Eu virei as minhas aproximadamente na metade do tempo.

beltane 033

Ocorreu-me quando a pizza estava no desidratador que não tinha nem tomates para um molho de tomate nem espinafres para experimentar o pesto de espinafres que é sugerido com a pizza. Breve momento de pânico! Mas no frigorífico repousava manjericão fresco! ah ah! Quem precisa de pesto de espinafres quando pode ter the real thing? (Já perceberam que aqui em casa pesto é uma paixão, certo?) Não me recordo exactamente do que fiz. Lamento! Mas gostei muito desta página de Rawmazing e o que quer que tenha feito muito a ela se deve. E mais! No mesmo frigorífico estava também o patê de caril Assunto arrumado!

beltane 066(1)

beltane 103

Deliciosas!!!

E heis que, ainda assim, fiquei com imenso patê de caril e legumes marinados para o dia seguinte! Que fazer? Sushi, pois claro! Nori crúa, uma camada de patê, umas fatias de manga, legumes marinados, et voilá! Acompanhado duma salada verde! Mnhammmm!!!

beltane 118

beltane 137(1)

E que é aquilo ralado na tacinha perto das pizzas ou nesta salada? – perguntam vocês! Parmesão Crú! Para polvilhar, usar e abusar, em tudo!!!

Parmesão de Nozes (em This Rawmazing Vegan Life)

1x nozes

1/3 x levadura de cerveja

1 cc sal e pimenta (eu pús um pouco menos)

caril, opcional

Tinha dito 5 receitas? Que tal 6? Prometido é devido!

Panqueca Vegan

Não há nada como comer panquecas a um Domingo! Ou não fosse o Domingo o Dia do Sol!

Uma das recordações mais queridas que tenho dos tempos em que vivi na Holanda são os fantásticos crepes que a minha querida amiga e companheira de casa fazia. Sol dentro de casa quando lá fora o dia era cinzento, cinzento, acompanhados de boa disposição e appelmoes. Hummm!

Ando sempre na tentativa de “veganizar” receitas de panquecas. Isto porque ainda não havia encontrado uma receita vegan que funcionasse. Pois, acho que encontrei. Pelo menos não tive que andar a raspar furiosamente uma frigideira dos restos frustrados de panquecas coladas, e foi aprovada por mim e pelo meu fiel ajudante-chef Ki.

panqueca vegan1panqueca vegan2

panqueca vegan3

panqueca vegan4

Panqueca Vegan de Trigo Integral

2 3/4 x farinha trigo integral

2 cs fermento (tipo pó royal)

1/4 cc sal marinho

2 cs óleo de girassol

2 1/2 x leite de amêndoas natural

1. Misturar farinha, fermento e sal numa tigela grande.

2. Juntar óleo e leite, mexendo bem.

3. Olear uma frigideira aquecida e colocar cerca de 1/2 x de massa na frigideira e cozinhar até a massa fazer bolhinhas.

4. Virar e deixar dourar o outro lado.

5. Servir, comer e sorrir!

A autora da receita sugere servir a panqueca com margarina ou com xarope de ácer com canela. Nós comemos com os suspeitos do costume: óleo de coco, mel ou agave, e canela.

Esta receita dá para muito mais que as 6 panquecas que ela indica, tanto que as panquecas eram tão grandes que preferi enrolá-las, pelo que guardei metade da massa das panquecas para a manhã seguinte.

panqueca vegan5

panqueca vegan6

Bom Domingo!

E passou a Páscoa…

Para mim, um dos maiores desafios enquanto mãe é evitar os excessos de doces, e a consequente energia-quase-neurótica de crianças “açucaradas”, nestas celebrações familiares. A verdade é que em casa não usamos açúcar e sempre que faço algo doce uso alternativas naturais como tâmaras, agave ou mel e até à data tenho conseguido controlar a quantidade de doces, mesmo esses, que o Ki ingere.

Contudo, com a família perto, torna-se efectivamente um desafio, especialmente pela nossa tradição gastronómica – da boa mesa e do bem comer – mas também pela cultura do excesso (ok, ok, tradicionalmente da abundância). Mas hoje, em que comemos até rebolar da mesa, em que comemos dia-sim dia-sim qualquer coisa doce, estamos bem longe dos tempos em que estas reuniões familiares eram aquela altura do ano em que se fazia um bolo ou se ofereciam umas amêndoas ou um chocolate.

-Coitadinho do menino que nem um bolinho pode comer! Dá-lhe lá um chocolatinho, não sejas assim!

Reconhecem? Pois! Esta Páscoa o Ki recebeu o seu primeiro ovo de chocolate. Porque todos os meninos recebem um e ele ficaria sentido se não recebesse. Convém lembrar que ele tem 2 anos, não sabe que é tradição dar um ovo de chocolate na Páscoa e como provou chocolate duas vezes na vida não sente falta nem pede por algo que ele nem sabe exactamente o que é (e provou apenas nas últimas 2 semanas, sendo que uma vez foi numa sessão de pintura com chocolate na creche – e inevitavelmente terá chupado os dedos… pois claro! – e outra quando, apesar da mãe ter dito não, a avó deu-lhe a lamber a colher da mousse de chocolate) *suspiro*.

É difícil muitas vezes traçar a linha e compreender perfeitamente quando ceder  ou quando manter firmes as nossas convicções sobre como queremos educar os nossos filhos. Mesmo que isso implique sermos consideradas meio loucas! Porque haverá sempre quem, quer pela sua experiência, quer pela ausência desta, tenha opiniões contrárias às nossas. Para mim, é importante que cada uma de nós, independentemente do quão diferente façamos as coisas em comparação com as nossas mães ou as nossas avós, tenha a confiança que o caminho que decidimos trilhar no respeitante à educação dos nossos filhos, a bem ou a mal, é o nosso caminho e que temos sempre espaço para aprendermos a ser melhores mães, para errarmos, para acertarmos, para celebrarmos, para mudarmos de estratégia, para nos recriarmos e para reinventar o mundo que queremos para nós e para eles.

Bom, mas voltando à Páscoa. Para controlar os estragos relativamente à tendência de excessos próprios destas celebrações familiares, decidi fazer ovos de alfarroba mesmo antes de sair para o almoço de família.

ovos

É uma receita crudívora, vegan (se usarem agave), fácil, rápida e deliciosa. Depois de um pedaço de chocolate e das deliciosas merendeiras que a minha avó traz do Redondo, o Ki passava com facilidade a estes ovinhos. Aqui fica a receita:

Ovos de Alfarroba e Amêndoa

1 x amêndoas

1/2 x coco ralado

1/2 x alfarroba em pó

4 cs mel ou agave

1 cc extracto de baunilha (opcional)

pitada de sal

água, q.b.

1. Colocar tudo no robot de cozinha (excepto a água) e processar até as amêndoas estarem moídas bem fino e todos os ingredientes bem incorporados.

2. Juntar água suficiente até ter consistência para fazer os ovinhos e processar (normalmente a mistura começa a “embolar” no robot).

3. Formar ovinhos e levar ao congelador até ficar firme.

Esta é a minha versão! Como devem ter reparado é simplesmente colocar tudo no robot de cozinha! Depois de feitos podem ser passados por coco ralado, canela ou alfarroba em pó.

São deliciosos e são óptimos para a Caça aos Ovos (que se fará assim que o tempo permitir! Sol, estás a ouvir?!?).

ovos2