{ momento }

Um ritual das 6ºfeiras. Uma fotografia – sem palavras – capturando um momento da semana. Um momento simples, especial e extraordinário. Um momento que quero congelar, saborear e recordar.

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DSCN1082

 

Se se sentirem inspirados deixem o link do vosso { momento } nos comentários do blog!

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:: inspirado em SouleMama :: 

Na Terra dos 8 ventos

Senti o impulso nesta incrível e poderosa Lua Nova para retomar o blog. E aqui estou! 🙂 Novos começos! Com nova imagem e novo nome.  Porquê?

Porque muitíssimas coisas aconteceram nos últimos anos e a vida não parou de ser vivida nem por um segundo (ainda que por vezes tivesse dado cá um jeito ter um botão de pause e rewind!); porque eu cresci, o Ki cresceu, a nossa família cresceu (ainda que decresceu em número de membros felinos); porque a fase cor do arco-íris passou e, ainda que todas as suas cores permeiem a minha existência, esta agora é mais em cores terra.

Que andámos nós então a fazer nos últimos anos?

:: dissemos adeus a um Ser muito especial, cuja presença, e agora a sua ausência, marcará sempre a nossa vida. Mas porque acredito que tudo acontece como tem que acontecer para que os nossos destinos individuais se cumpram, aprendemos a celebrar a sua vida, a sua morte e aprendemos a largar a sua alma para que esta siga para a sua nova vida. Hmmm, estamos a aprender! Foi duro! Agora é menos duro! Mas temo-lo feito em família e, pouco a pouco, a cura acontece!

:: parti uma perna. Aconteceu no pior momento possível e, precisamente por isso, foi o melhor que podia ter acontecido. Mais uma oportunidade de trabalhar a paciência, o foco, a rendição, a resiliência e aceitação (nomeadamente de ajuda! Este síndrome de Super-Mulher!…). Uma fase de (re)descoberta das minhas motivações, bloqueios e desejos mais profundos. Bendita perna partida! 🙂

:: comprámos um terreno e construímos uma casa. Ah, pois é! Não andei propriamente ociosa, ahahah. E neste processo todo (on going ainda, pois!) exclamei diariamente (várias vezes ao dia, confesso) “Onde raio estava eu com a cabeça?!?”. A resposta a essa pergunta lembro-me de ser sempre vaga (ou a minha mente estava em modo processamento acelerado e não registou. Hmmm, agora que penso nisso, a verdade é que tenho grandes brancas durante esse período) … mas era algo como: estar mais perto da natureza, ter animais na quinta, plantar os nossos vegetais, cuidar da terra, ser autónomo e sustentável… Sim, creio que era essa a ideia original! *pausa* Onde raio estava eu com a cabeça?!?

Pois é!

Assim, este blog será agora também o espaço para partilhar as nossas aventuras  a cuidar da Terra, celebrando-a a cada momento!

Sejam todos bem-vindos! ❤

{ gratidão }

{ pequenas grandes gratidões às 2ºfeiras }

Hoje estou grata por:

:: regressar a este blog, este espaço de partilha e de enraizamento! Que eu possa ser assídua neste lugar onde cada passo dado e partilhado, é um passo que cimenta o meu crescimento enquanto mulher e mãe!

:: pela oportunidade de, juntamente com o meu filho, sermos os guardiões deste pequeno cantinho da Terra. Já falarei mais sobre este tema no próximo post.

:: férias! Ao contrário das comuns imagens associadas a férias – camas de rede, cocktail na mão, praias paradisíacas (ok, ok, praias destas tenho!) – estas foram pensadas em trabalhar na Terra. Sem dispersão, sem rotina, sem compromissos inadiáveis, e em…

:: silêncio! Quando temos pequenos em casa sabemos que a nossa atenção em determinada tarefa tem de ser partilhada por pequenas urgências e/ou conversas incessantes, com grau de profundidade variado que obriga à eterna ginástica mental ante a responsabilidade de respostas: 1) coerentes (quando estamos a trabalhar em cima dum escadote, de forma periclitante, nem sempre temos essa capacidade. Digo por experiência!), 2) empáticas (nada fácil se estás no meio do processo de cavar um buraco para transplantares uma árvore, num solo duro como pedra, uma picareta – sim, sim, duro como pedra! – que pesa um horror e um calor abrasador), 3) inspiradoras (quando a tua cabeça está a fazer cálculos matemáticos sobre a quantidade necessária de blocos para assentar o estrado de madeira, a altura dos mesmos para que a escada de madeira – que assentará no estrado – fique ao mesmo nível do chão do alpendre, se será necessário trazer terra para elevar ditos blocos para conseguir esse milagre e se tudo isto vai levar mais tempo do que prevês pois ainda tens de ir ao supermercado para poderes fazer o almoço). Aaaaah, silêncio! Nada de gestões emocionais nem discussões filosóficas! Bom… só as que tenho comigo mesma! E a maioria são em silêncio! 😉

:: noites no alpendre, olhando as estrelas, sorrindo à lua, perdida alegremente em deambulações internas. Sonhando…

:: kefir, que é uma verdadeira maravilha! Não só esta bebida probiótica faz a minha barriga bem feliz, como kefir de água, bem fresquinho, servido com hortelã nestas tardes de Verão é…. aah… divino!

:: novos começos! A eterna possibilidade de nos reinventarmos, de largar o que já não mais nos serve, de abraçar uma nova fase, cheia de mistérios, desafios, alegrias e conquistas! Especialmente nesta lua negra com eclipse solar! É deveras um chamado à autenticidade do nosso ser! Que benção!

E vocês, que agradecem hoje?

:: inspirado em Snatam Kaur’s Gratitude Monday no Spirit Voyage:: 

Círculo de Lua Nova – 5 Outubro 2013

CalmKundalini

“Tens de compreender o processo de cura na Era de Aquário. O que te trará a cura é o fluir da energia da tua alma.”  Yogi Bhajan

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Casa da Doula Luísa acolhe mais um Ciclo da Lua, numa sessão de Kundalini Yoga e Meditação para Mulheres, como ensinado por Yogi Bhajan.

Nesta Lua Nova que se avizinha, reuniremos mais um Círculo de Mulheres. Juntas, em círculo, adentraremos no nosso ser e sanaremos o nosso coração, a nossa alma de Mulher, de Mulher Inteira.

Junta-te a nós nesta poderosa experiência de Cura interior!

:: Por favor, confirma a tua inscrição! Vagas limitadas! ::

Contribuição: 5€
Mais informações: gurukiretkaur@gmail.com

Lua Nova, Novos Começos, Nova Kriya e Meditação

Sat Nam!

A Lua Nova é ideal para iniciar novos projectos. Desde que me mudei, entre arrumações e gripes, ainda não tinha de forma assídua praticado yoga. Assim, a passada Lua Nova foi o momento indicado para começar a minha sadhana pessoal que farei por 40 dias (sobre o porquê dos 40 dias ler o texto da minha querida Irmã no Divino Har Rai Kaur sobre a prática dos 40 dias, em espanhol)

Começar tudo de novo num novo sítio é algo que pode ser abrumador. Apesar de ter voltado para a minha cidade natal, esta não é mesma que deixei faz 13 anos. E o facto de ter a família tão perto depois de tantos anos  é tão precioso quanto intimidante. Há demasiadas expectativas e muita necessidade de voltar a compreender e aceitar o ritmo e a forma de ser e fazer do outro.

Por isso escolhi a Nabhi Kriya. Uma kriya que trabalha directamente com a  energia do 3º chakra – manipura -, o nosso centro energético, da nossa força de vontade. É uma forma de resgatar o nosso poder pessoal, orientar e focar intenções pelo poder da acção. É a vontade do Guerreiro Espiritual. Lembro-me de o fazer por 15 dias no Teacher’s Training e é absurdamente transformador! E parece apropriado para o momento, não? Uma Nabhi Kriya ao acordar e depois tomar um sumo verde de pequeno-almoço, é pica garantida para o dia inteiro. Garanto-vos!

nabhi kriya

Como meditação escolhi  a Meditação para a Depressão Fria. Yogi Bhajan fala da depressão fria como o estado de vazio e confusão gerado pela mudança dos tempos, por este ritmo frenético do mundo em que vivemos. É aquela sensação de estar triste e desmotivado, mas sem saber o porquê. Yogi Ji alertava para o facto de. cada vez mais nesta entrada na Era de Aquário, poderíamos observar esta “epidemia” e brindou-nos com esta meditação! Ela permite-nos encontrar as bolhas de conflito interno, abri-las e transformar esta energia armazenada em êxtase e intuição.

Meditação para nos libertarmos da Depressão Fria

(Palestra de Yogi Bhajan, 17/10/2000

Postura: Postura fácil com a coluna recta.

Mudra: Interlaçar os dedos, de forma a que a ponta dos dedos façam pressão nos espaços entre os nós dos dedos da mão contrária. Os dedos índices estão esticados, apontando para cima. Os polegares cruzados. As mãos estão ao nível do chakra do coração.

Foco: Olhos abertos focados na ponta do nariz.

Mantra: WAHE GURU, WAHE GURU, WAHE GURU, WAHE JIO. Cantar desde o ponto do umbigo. Na silaba WA focar no ponto do umbigo, em HE focar no peito e em GURU ou JIO nos lábios.  (A música recomendada consta no album Raga Sadhana de Sangeet Kaur, podem comprar aqui e aqui ou ouvir online na Sikhnet).

Tempo: 3m, a construir até 31 minutos (eu prefiri começar com os 11m, mas é preferivel começar com pouco tempo e ir aumentando, sendo constante, do que começar nos 31m, reduzir, aumentar, porque hoje não apetece ou não tenho tanto tempo… estão a ver?!?).

Terminar: Inspirar e suster. Ouvir o som do mantra. Expirar. Inspirar, suster e devolver toda a depressão fria a Deus. Expirar. Inspirar, suster e sentir a preciosidade da vida. Deixa ir a depressão fria pela tua expiração. Relaxa.

Para mais informações sobre a Depressão Fria consultar Guru Ram Das Center.

E não perder este video do Hari Bhajan Singh (Catalyst Yogi).

Já sabem que se quiserem praticar em casa, lembrem-se de sintonizar com o mantra ONG NAMO GURU DEV NAMO (3x) e de finalizar a vossa prática com 3 longos SAT NAM.

Um dia feliz!